Explicação

O Caminho do Eterno, apresentado no livro Segue em Silêncio, não complementa, nem, sequer, pretende divergir do dogma judaico ensinado pelos Rabinos. Não se busca, no livro, formar uma dissensão, uma nova “seita”, no âmbito do judaísmo dogmático.

O objetivo é, ao contrário, mostrar a compreensão da Palavra, da Aliança, anterior a quaisquer dogmas, inclusive o judaico – que resultam, na verdade, de interpretação humana.

Não há, pois, pretensão de discórdia, polêmica, ou mesmo, comparação com dogma algum. Mesmo porque, a Palavra do Eterno é anterior a qualquer regra externa estipulada pelo homem.

O Eterno diz ao homem: “Que templo Me edificareis, se o céu é o Meu trono e a terra o escabelo de Meus Pés?” A Avraham, quando este O buscou em espírito, o Eterno ordenou que o Caminho seja ensinado às famílias, a Seus filhos, de geração em geração.

Anda em Minha Presença e sê íntegro”; “sede santos” – esse é o Caminho verdadeiro: um compromisso direto, com o Eterno e com o Messias, Iaurrushua ben David Vivo, de pensamentos, palavras e ações santos, sem regras externas, e sim, no coração, onde o Eterno é Um, e Iaurrushua ben David Vivo, o Mashiach (Messias), a Luz a ser seguida.

Depois...

Depois é que vieram as interpretações, os dogmas, as denominações.

Esse é o motivo por que, Segue em Silêncio não tem o propósito de complementar, formar dissidência, provocar confusão, ou fundar um novo dogma.

Assim, do mesmo modo como Segue em Silêncio não trata de dogmas, denominações ou qualquer proposta religiosa institucional, é de se esperar que se respeite, igualmente, o Caminho apresentado por esse livro – que é anterior e à parte de qualquer interpretação estabelecida pelo homem.

Segue em Silêncio apenas recorda o Caminho, a Promessa feita a Avraham.

Neide

Missionária da Ressurreição